Startups verdes de SP: aceleração e local de residência impulsionará negócios

Startups verdes de SP

Startups verdes de SP pensam no ecossistema e sustentabilidade como modo empreendedor

Até o próximo dia 25, a Prefeitura de São Paulo receberá inscrições para um programa de aceleração de startups verdes da capital paulista. A ação é realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, por meio da Ade Sampa. A iniciativa vai selecionar 15 negócios para oferecer seis meses de suporte para estas staturps. O objetivo é promover o desenvolvimento econômico sustentável da cidade. As inscrições podem ser feitas pelo site Ade Sampa.

Startups verdes de SP – aceleração

O processo de aceleração para as startups verdes de SP será feito no Hub Green Sampa, que fica na Praça Victor Civita, zona oeste da cidade. É neste local também em que as startups escolhidas serão residentes e terão um espaço fixo para desenvolver suas atividades e expor seus produtos e soluções.

Oficinas mensais em gestão de negócios e empreendedorismo

Nos seis meses de aceleração, as startups receberão oficinas qualificativas mensais nas seguintes modalidades:

  • gestão de negócios e empreendedorismo para o desenvolvimento e modelagem do negócio;
  • mentorias coletivas nos principais setores fomentados pelo Green Sampa, assim como nos temas governança corporativa, sustentabilidade;
  • geração de impacto;
  • uso e desenvolvimento de tecnologias verdes;
  • legislação e normas regulatórias;
  • mentorias individuais com especialistas e atuantes do setor.

Além disso, as iniciativas selecionadas poderão participar de eventos de rodadas de negócios e investimentos com investidores do mercado.

9 eixos

Poderão de inscrever as startups verdes de SP que se enquadram nos nove eixos abaixo:

1. Qualidade de água e saneamento: soluções que busquem a gestão consciente de recursos hídricos, abastecimento, tratamento e acesso à água, e fomento de boas práticas em coleta e tratamento de esgoto.

2. Ecoagricultura e segurança alimentar: Formas de agricultura que apliquem conceitos ecológicos para a produção agrícola, respeitando e preservando o meio ambiente, conforme os padrões sanitários e culturais locais.

3. Eficiência e Clean Web: inovações com o uso de softwares para eficiência, análise e geração de dados para a melhor gestão dos recursos como energia, insumos e água, promovendo a redução dos danos ambientais por meio do uso da tecnologia de informação.

4. Eficiência energética, energia limpa e armazenamento energético: fomento ao uso inovador de energias renováveis não poluentes e distribuição de acesso com boas práticas em armazenamento energético.

5. Indústria limpa e logística reversa: soluções que promovam boas práticas industriais, na utilização de novos materiais e gestão de matérias primas para minimizar danos produtivos ao meio ambiente.

6. Mobilidade urbana e transporte: boas práticas em gestão da mobilidade urbana, atendendo pautas de deslocamento populacional e desenvolvimento local, ou que promovam a eficiência ambiental nos transportes, reduzindo assim os danos causados pelos transportes.

7. Parques e áreas verdes: fomento e cuidado de áreas verdes na cidade, formando e preservando áreas de conservação e melhorias significativas na condição de vida de cidadão, e ainda promover a integração dos cidadãos com as áreas verdes na cidade, pelo lazer ou comércio.

8. Qualidade do ar: soluções que busquem verificar, controlar e reduzir emissões de gases poluentes na atmosfera, ajudando a reduzir o Efeito Estufa.

9. Resíduos sólidos: soluções que lidem com boas práticas na redução de uso e gestão de materiais ou objetos descartados resultantes de produção humana, para reutilização e reciclagem.

*Foto: Unsplash/Carles Rabada

Startups verdes de SP pensam no ecossistema e sustentabilidade como modo empreendedor

Até o próximo dia 25, a Prefeitura de São Paulo receberá inscrições para um programa de aceleração de startups verdes da capital paulista. A ação é realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, por meio da Ade Sampa. A iniciativa vai selecionar 15 negócios para oferecer seis meses de suporte para estas staturps. O objetivo é promover o desenvolvimento econômico sustentável da cidade. As inscrições podem ser feitas pelo site Ade Sampa.

Startups verdes de SP – aceleração

O processo de aceleração para as startups verdes de SP será feito no Hub Green Sampa, que fica na Praça Victor Civita, zona oeste da cidade. É neste local também em que as startups escolhidas serão residentes e terão um espaço fixo para desenvolver suas atividades e expor seus produtos e soluções.

Oficinas mensais em gestão de negócios e empreendedorismo

Nos seis meses de aceleração, as startups receberão oficinas qualificativas mensais nas seguintes modalidades:

  • gestão de negócios e empreendedorismo para o desenvolvimento e modelagem do negócio;
  • mentorias coletivas nos principais setores fomentados pelo Green Sampa, assim como nos temas governança corporativa, sustentabilidade;
  • geração de impacto;
  • uso e desenvolvimento de tecnologias verdes;
  • legislação e normas regulatórias;
  • mentorias individuais com especialistas e atuantes do setor.

Além disso, as iniciativas selecionadas poderão participar de eventos de rodadas de negócios e investimentos com investidores do mercado.

9 eixos

Poderão de inscrever as startups verdes de SP que se enquadram nos nove eixos abaixo:

1. Qualidade de água e saneamento: soluções que busquem a gestão consciente de recursos hídricos, abastecimento, tratamento e acesso à água, e fomento de boas práticas em coleta e tratamento de esgoto.

2. Ecoagricultura e segurança alimentar: Formas de agricultura que apliquem conceitos ecológicos para a produção agrícola, respeitando e preservando o meio ambiente, conforme os padrões sanitários e culturais locais.

3. Eficiência e Clean Web: inovações com o uso de softwares para eficiência, análise e geração de dados para a melhor gestão dos recursos como energia, insumos e água, promovendo a redução dos danos ambientais por meio do uso da tecnologia de informação.

4. Eficiência energética, energia limpa e armazenamento energético: fomento ao uso inovador de energias renováveis não poluentes e distribuição de acesso com boas práticas em armazenamento energético.

5. Indústria limpa e logística reversa: soluções que promovam boas práticas industriais, na utilização de novos materiais e gestão de matérias primas para minimizar danos produtivos ao meio ambiente.

6. Mobilidade urbana e transporte: boas práticas em gestão da mobilidade urbana, atendendo pautas de deslocamento populacional e desenvolvimento local, ou que promovam a eficiência ambiental nos transportes, reduzindo assim os danos causados pelos transportes.

7. Parques e áreas verdes: fomento e cuidado de áreas verdes na cidade, formando e preservando áreas de conservação e melhorias significativas na condição de vida de cidadão, e ainda promover a integração dos cidadãos com as áreas verdes na cidade, pelo lazer ou comércio.

8. Qualidade do ar: soluções que busquem verificar, controlar e reduzir emissões de gases poluentes na atmosfera, ajudando a reduzir o Efeito Estufa.

9. Resíduos sólidos: soluções que lidem com boas práticas na redução de uso e gestão de materiais ou objetos descartados resultantes de produção humana, para reutilização e reciclagem.

*Foto: Unsplash/Carles Rabada

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