Players de metaverso: startups investem em vinda ao país

Players de metaverso

Players de metaverso, como da Druid com a Zepeto, e da BAYZ com a Sandbox, expandem a presença de plataformas especializadas

O metaverso está cada vez mais em alta. Sendo assim, startups brasileiras de produtos e serviços da chamada Web3 estão investindo para trazer plataformas imersivas ao país.

Players de metaverso no país

É o caso da Druid Creative Gaming, agência especializada em games e Web3 da holding Spacecaps. Ela tem como sócio Bernardo Mendes, Forbes Under 30 2021. E agora, está lançando uma parceria com a Zepeto, plataforma de avatares e outras funcionalidades.

A Zepeto nasceu na Coreia do Sul e é publicada pela Naver Z. Além disso, hoje, a Zepeto vem sendo usada para desenvolvimento de experiências virtuais dentro de plataformas imersivas. De acordo com Jay Lee USA, CEO da Naver Z:

“Queremos criar mundos virtuais para influenciadores e personalidades e trazer marcas de entretenimento, moda, mídia, música e estilo de vida, entre outras, para construir experiências digitais para seus negócios, como fizemos em todo o mundo com Samsung, Gucci, Ralph Lauren, Disney, Black Pink e Selena Gomez.”

Estimativas

Contudo, segundo estimativas da Naver Z, a Zepeto conta com mais de 20 milhões de usuários mensais. 700 mil deles estão no Brasil e 300 milhões, no mundo. Por outro lado, em relação ao Brasil, o CEO da Druid, Claudio Lima, explica:

“O Brasil tem se destacado como um importante mercado para os games e iniciativas no metaverso. Estamos entusiasmados em ajudar a expandir o ecossistema Zepeto na região. Temos investido cada vez mais na busca de soluções para o metaverso e Zepeto é uma das plataformas mais completas nesse sentido. Esperamos conectar influenciadores, personalidades e marcas com a comunidade e criar parcerias estratégicas que venham somar ao portfólio de cases de sucesso já realizados pelo app.”

Sandbox e BAYZ

Há algumas semanas, a BAYZ, editora de jogos Web3, anunciou uma parceria com a The Sandbox, plataforma de imersão, para ampliar a presença no Brasil. Por meio dessa colaboração é possível que a The Sandbox se aproximar de marcas, do entretenimento e de propriedades intelectuais brasileiras para o metaverso. Isso inclui: música, moda, estilo de vida, cultura, arquitetura, esportes, celebridades, TV e mídia.

Com a Sandbox, a BAYZ se propõe a conectar seu ecossistema de games também com as dinâmicas do metaverso.

Segundo o COO e cofundador da The Sandbox, Sebastien Borget:

“O Brasil tem uma cultura rica e vibrante de entretenimento que queremos trazer para o Sandbox a fim de conectar mais usuários da América do Sul e Latina. Temos sucesso como plataforma global ao incorporar culturas individuais e estamos felizes em ter a BAYZ como um forte parceiro local para nos ajudar a incluir a cultura e a diversidade do Brasil no metaverso.”

Equipe em tempo integral

Todavia, a The Sandbox colocará à disposição uma equipe em tempo integral na BAYZ para aumentar a comunidade no Brasil, trazer parceiros locais para o jogo, além de criar experiências para a inclusão de novos jogadores brasileiros no metaverso.

A BAYZ nasceu em 2021, e já realizou parcerias com jogos como MetaSoccer, Thetan Arena e Genopets. Por fim, para colaborar com a construção das comunidades e engajar jogadores de todos os cantos do planeta, a BAYZ nomeou como embaixadores da organização os criadores de conteúdo Nobru e Cerol.

*Foto: Reprodução

Outras postagens

Postagens relacionadas

Últimas postagens

Tela LTPO+ pode mudar cadeia de fornecedores do iPhone 18 Pro

Rumores apontam avanço tecnológico nos painéis OLED, impacto direto na bateria e possível saída de fabricante chinesa da linha Pro

Robôs com inteligência artificial passam a integrar o controle do trânsito em cidades chinesas

Humanoides conhecidos como Robocop já auxiliam a organização das ruas, identificam infrações e reduzem a carga de trabalho da polícia em grandes centros urbanos

Linus Torvalds vê inteligência artificial como apoio ao código, não como substituta do programador

Criador do Linux relata experimento pessoal com IA generativa, adota prática conhecida como vibe coding e reforça que o kernel permanece fora desse tipo de abordagem