Startups de licenciamento em NFT da Biobots: confira

Licenciamento em NFT da Biobots

Licenciamento em NFT da Biobots, segundo Heitor Miguel e Ricardo Tavares tem o objetivo de desenvolver propriedade intelectual na Web3 e investimento de R$ 1 milhão

Os brasileiros Heitor Miguel e Ricardo Tavares, sócios da Biobots, empresa de Web3 responsável pela Satiko, avatar de Sabrina Sato, estão criando a IPRIGHTZ. Sendo assim, a startup que nasce com o objetivo de desenvolver propriedades intelectuais e licenciamento dentro do ecossistema de Web3.

Licenciamento em NFT da Biobots

Além disso, a IPRIGHTZ teve investimento próprio de aproximadamente R$ 1 milhão e expectativa de abrir uma rodada de investimento para captar U$ 1,5 milhão, quase R$ 8 milhões, nos próximos meses. O retorno esperado é, entre dois e três anos, de R$ 20 milhões.

Tokens

Todavia, a empresa será responsável por criar licenças que envolvam famosos tokens do mercado, além de servir como uma agência de licenciamento para monetizar esses NFTs de terceiros. E servirá como uma ponte entre donos e empresas que desejam criar produtos.

Experiências inéditas no Brasil

A operação começa com duas experiências inéditas no Brasil. Lançado na segunda-feira (24), a startup lança o projeto Bored Monday. Utilizando o NFT do Mutant Ape, em parceria com a “O Burger”, o restaurante desenvolveu um combo Mutant Burger, que será servido apenas às segundas-feiras. A ideia é que o espaço seja um hub de encontro para amantes da Web3.

De acordo com Heitor Miguel, CEO da IPRIGHTZ:

“Juntamente com a criação do burger, nós realizaremos a Bored Meetup, que será um encontro para a comunidade de NFT conversar e trocar conhecimentos sobre projetos, drops, mints com os principais especialistas e influenciadores dessa área. A ideia é que esses encontros aconteçam às segundas-feiras na hamburgueria e traga os apaixonados pelos macacos.”

Já o segundo projeto, também em desenvolvimento, será uma versão exclusiva de saquê premium, também com o NFT Mutant Ape, acrescenta Miguel.

“A ideia é simples, vamos criar a solução para que qualquer empresa utilize as marcas Blue Chip NFTs em seus produtos e serviços, licenciando esses direitos e obtendo uma parte das vendas, criando um modelo de compartilhamento de receita. Nossa missão é inovar e integrar nossos clientes e alcançar resultados surpreendentes dentro e fora da comunidade NFT.”

Negócios fora do Brasil

Por fim, com atuação fora do Brasil, produtos com propriedade intelectual já fazem sucesso. Um exemplo é o case da M&M’S, em agosto deste ano, que lançou produtos de edição limitada em conjunto com o “Kingship”, um grupo de detentores de NFTs da coleção do Bored Ape.

*Foto: Reprodução

Outras postagens

Postagens relacionadas

Últimas postagens

Murillo Vianna retorna à gestora Angra Partners

O executivo, que já operou em casos de reestruturação, chega para fortalecer a área de venture capital da empresa No último mês, segundo informações apuradas...

Vinícola urbana de Florença se destaca por sua liderança feminina

Vinícola urbana de Florença é a primeira neste segmento na região; conheça mais sobre o empreendimento da cidade italiana Uma das cidades mais importantes da...

Renato Conill comenta as principais categorias do automobilismo

O ex-piloto gaúcho comenta as divisões do esporte e sua variedade de experiências para pilotos e fãs Segundo o estatuto da Confederação Brasileira de Automobilismo...