Internet Explorer chega ao fim após quase 30 anos

Fim do Internet Explorer

Fim do Internet Explorer já havia sido anunciado pela Microsoft no ano passado

Na quarta-feira (15), chegou o fim de uma era, a do Internet Explorer após 27 anos de história. Porém, o anúncio foi feito pela Microsoft em 2021. E a empresa já vinha pedindo para que as organizações que ainda trabalhavam com o navegador abandonassem o browser.

Fim do Internet Explorer

Sendo assim, a partir de agora, todas as atualizações para navegadores serão feitas no Edge. Além disso, a empresa afirma que o novo navegador é mais rápido, seguro e moderno. E também oferece compatibilidade com sites e aplicativos mais antigos.

De acordo com nota da Microsoft no ano passado:

“Com o Microsoft Edge, oferecemos um caminho para o futuro da web, respeitando o passado. A mudança era necessária, mas não queríamos deixar para trás sites e aplicativos confiáveis e ainda em funcionamento.”

História do navegador

O Internet Explorer nasceu em 1995 pelas mãos da Microsoft, junto com o Windows 95. Quando chegou ao mercado, o navegador teve como concorrente direto o Netscape Navigator, que dominava a internet na época. Todavia, menos de dez anos depois, o browser se tornou o navegador mais usado no mundo, presente em mais de 90% dos computadores.

Portanto, seu sucesso junto ao Windows, acabou matando o Netscape. Consequentemente, serviu de estímulo para um dos maiores processos antitruste da história até hoje. Isso porque em 1998, a Microsoft foi processada nos Estados Unidos por tentativa de monopólio.

Domínio em queda

Por outro lado, o domínio do navegador passou a entrar em queda com o crescimento de rivais, como o Google Chrome e FireFox, que dominaram o setor após 2010. Com isso, em 2015, a Microsoft substituiu o Internet Explorer pelo Edge. Entretanto, a primeira versão do navegador acabou não fazendo tanto sucesso.

Hoje, a Microsoft atua no mercado de navegadores com o novo Edge, que utiliza o mesmo motor do Chrome e está disponível como padrão no Windows 10 e Windows 11, além de ter uma versão mobile. Com o impulso do sistema operacional da marca, o software já conseguiu bater rivais como o Firefox e o Safari.

*Foto: Reprodução

Outras postagens

Postagens relacionadas

Últimas postagens

Idosos em São Paulo relatam maior sensação de risco com golpes digitais, aponta estudo

Levantamento do Seade indica que percepção de vulnerabilidade cresce com a idade e expõe desafios no uso seguro da internet

China autoriza primeiro implante cerebral comercial para pacientes com tetraplegia

Dispositivo sem fio, do tamanho de uma moeda, capta sinais neurais e pode ajudar pacientes a recuperar movimentos das mãos

Margareth Dalcolmo recebe Medalha de Mérito Oswaldo Cruz por atuação na saúde pública

Pesquisadora da Fiocruz foi uma das principais vozes científicas durante a pandemia de covid-19 e recebeu a honraria em cerimônia no Rio de Janeiro